
Falando sobre os desígnios do Espírito Santo para as pessoas, o Dr. Mike Murdock falou no programa Vitória em Cristo, junto ao pastor Silas Malafaia sobre sua parceria com o Espírito Santo, que ele afirma ter aprendido a entender como uma pessoa estrategista.
Durante a semana, o pastor Silas Malafaia havia convidado seus seguidores no Twitter a assistirem ao programa do último Sábado, 31 de Dezembro de 2011. No programa, foi lançada uma campanha com dois valores de contribuição: R$ 1000,00 e R$ 30,00.
Na campanha lançada por Mike Murdock no último dia do ano, os telespectadores foram convidados a se relacionarem com o Espírito Santo diariamente e propor que ele fosse um parceiro que ajudasse com estratégias, assim como ele afirmou ter feito.
Durante a mensagem, Murdock convidou os interessados a orarem sete minutos por dia, argumentando que esse é um número muito importante para Deus, além de cantar para o Espírito Santo e ler um capítulo do livro de Atos por 30 dias para ganhar, no Espírito Santo, um parceiro e recompensas financeiras.
Para ilustrar a parceria, Murdock citou o exemplo de uma fazenda que comprou seguindo uma estratégia que pediu ao Espírito Santo e que rendeu-lhe US$ 4 milhões de dólares de lucro.
A campanha lançada pela dupla tem o alvo de atingir três mil pessoas que contribuam com o mínimo de R$ 30 reais por mês, “todos os dias da vida, para garantir uma colheita do Senhor”, afirmou Murdock.
Após uma oração, Murdock afirmou ter sentido uma direção de que haviam doze pessoas com um sonho em comum assistindo o programa e que haviam sentido vontade de contribuir com mil reais por mês. “Deus tem me dado muitos bens. Eu tenho que orar por doze pessoas que tem grandes sonhos. Seus sonhos são tão grandes, que talvez se tornem milionários, bilionários”.
Malafaia ressaltou que Murdock havia se oferecido a ir ao programa, sem cobrar nenhum valor ou partilha de ofertas, e prometeu enviar aos telespectadores que aderissem à campanha um livro por mês e Murdock ressaltou: “Não deixe acabar essa hora com sua mão fechada”.
Assista abaixo o vídeo na íntegra:
Fonte: Gospel+
Users who found this page were searching for:
- manual espirito santo mike murdock
- Dr. Mike Murdock messagem com silas malafaia
- livro espirito santo mike merdock
- mensagens biblicas :ainda que a figueira nã floreça te adorarei
- silas malafaia livro murdock
- livro do espirito santo de mike murdock
- pregaçao de silas malafaia do livro de obadias em 5 minutos
- mensagen do pr silas malafaia sobre falsas doutrinas em 1 tm cap 1.
- proposito de 30 reais silas malafaia
- comprar espirito santo mike murdock










8 Respostas
Que Deus os abençoe.
Pedi e dar-se -vos-a.
Ninguem é obrigado a ofertar.
Portanto, Deus os abençoe.
E AINDA FALA DA VIDA DOS OUTROS….QUEM DESDENHA QUER COMPRAR….SEGUINDO OS PASSOS DE QUEM TANTO ATACOU:BISPO MACEDO!!!!FARISEU, HIPÓCRITA….AFFFF!!!
que ridículo, mas que raízes da teologia da prosperidade é essa q eles estão fazendo, que orror!!!!!!!!!
Vejo com um certo receio esta teologia da prosperidade, porque vejo tantos irmãos que sei que tem uma vida no altar, que se esmera diante de Deus para ter uma intimidade com ele, cheio de unção para curar,libertar e estes mesmos irmãos vivem modestamente.
Será que Deus ama mais uns que os outros?se formos comparar o que estes Homens pregam Jesus Cristo era um crente fracassado, pois ele mesmo nos afirma que AS AVES TEM SEUS NINHOS AS RAPOSAS SEUS COVÍS E O FILHO DO HOMEM NÃO TEM UMA PEDRA PARA SERVIR COMO TRAVESSEIRO, o que me dizem tambem do Crente Lazaro? vivia catando migalhas no chão debaixo da mesa do rico e alem de tudo tinhas um problema gravissimo de enfermidades, por isto creio que esta teologia da prosperidade é pior do que a idolatria, e se somos crentes e vivemos na idolatria jamais teremos perdão da parte de nosso Deus.
Olhando sob esse prisma, aqueles que se denominam adoradores de um único Deus, podem cometer dois grandes erros. O primeiro é dizer que não somos idólatras, quando nosso coração está cheio de altares.Dizer que não nos prostramos diante de ninguém senão de Deus, quando, na verdade, continuamos venerando nosso reflexo no espelho, fazendo tudo convergir ao nosso umbigo.
No entanto, o mais enganoso dos erros é o erro de servir ao único e verdadeiro Deus com um coração idólatra. A tentação de fazer de Deus um mero deus e, da adoração, mera idolatria.
Fazemos isso aplicando os valores da idolatria em nossa espiritualidade. Relacionando-nos com Deus de forma utilitária, egocêntrica e manipulativa.Quando nossa relação com Deus consiste apenas de usá-lo em prol do alcance de nossos desejos.
Quando aquele que deve ser o centro é apenas um meio.Quando nos damos o direito de ignorá-lo uma vez que o consideremos desnecessário.
A idolatria evangélica é ainda mais contundente do que a veneração a imagens. Quando a praticamos, tentamos reduzir Deus a uma função menor: a função de nos fazer felizes. E quando a felicidade é o desejo final, Deus se torna um mero ídolo.
Aquele que é o princípio e o fim de todas as coisas é visto como um trampolim para a realização de seus filhos. Ao invés de ser adorado, passa a ser utilizado. E nada nos acusa de idolatria, pois continuamos cantando nossos cânticos de adoração, praticando nossas disciplinas espirituais e realizando nossas rotinas religiosas. Mas o intento final não é a glória de Deus e, sim, a exaltação pessoal.
Se as motivações são centradas no homem, o deus adorado nos cultos é o próprio homem. Servimos a Deus com coração idólatra quando olhamos para Deus procurando enxergar a nós mesmos.
Quando levantamos as mãos aos céus, enquanto nos é conveniente.Quando ignoramos a soberania do Deus que nos sonda e conhece para manipularmos sua palavra, visando nosso bem-estar.
Deus é um ídolo quando ele se torna um passaporte para o céu ou um escape do inferno.Deus é um ídolo quando ele se torna um mero pagador de contas e provedor de luxos.Deus se torna um ídolo quando não aceito sua autoridade disciplinar em minha vida, revoltando-me contra os maus acontecimentos da vida e exigindo que ele faça alguma coisa para que eu volte a me sentir bem
A confiança em amuletos!
Acreditamos que a fé das pessoas deve e tem que ser estimulada. Infelizmente, vemos que nessa tentativa certas igrejas estão usando um sistema não ensinado pela Bíblia. Sistema este cuja base é a troca da fé genuína, pela fé no visível e palpável. Nós, que somos protestantes, somos conhecidos por crer no Deus invisível e não aceitar o palpável (Jo 20.29). Como aceitar essa doutrina dos amuletos imposta por algumas denominações evangélicas? Cornetas, espadas, sal grosso, arruda, rosa, enxofre e muito mais. Isso tudo é inaceitável, visto não ter bases bíblicas e nunca ter sido praticado pela Igreja primitiva. Devemos ter em mente o nosso verdadeiro alvo, a fé viva em Deus, invisível, mas real (I Tm 1.17).
“…fitando os olhos em Jesus, autor e consumador da nossa fé…” (Hb 12.2).
Esse desvio de alvo tornou-se tão sério que as pessoas dessas igrejas precisam quase sempre de um objeto para que sua fé funcione.
Certo dia eu encontrei um irmão, amigo meu, que congregava em uma dessas igrejas. Nesse nosso encontro ele mostrou-me uma corneta e tocou bem forte. Após isso me perguntou:
- “Você sentiu?” -”Senti o que?” -”O poder”, disse ele.
Demonstrei na minha fisionomia que não havia entendido nada e então ele explicou-me:
- “É uma corneta ungida e o Bispo nos disse que tem poder, poder tão forte que expulsa até demônios.”
Chocado eu lhe expliquei que só no nome de Jesus havia poder para tal (Mc 16.17) e que eu não sabia que a igreja dele estava dando aquilo para seus membros. Ele, um tanto chateado, disse-me:
- “Dando não, eu paguei cem reais!”.
Depois desse diálogo, disse até logo e fui embora. Relatei esse fato para mostrar que se não for feito nada a coisa não vai ficar boa.
Uma vez ou outra nos deparamos com estes amuletos dependurados nas casas de certos cristãos. Isso é lamentável!
Em outra ocasião fui chamado com urgência para acudir certa pessoa com problema de possessão – era a nora de uma irmã que freqüentava uma dessas igrejas. Ao chegar contemplei sua nora terrivelmente endemoninhada, mas o que mais me chocou não foi o estado de possessão em que se encontrava a moça e sim ao ver a irmã fazendo um exorcismo com um amuleto na mão. O amuleto era o chaveiro da denominação que ela freqüentava. Quando a indaguei sobre o que fazia, a mulher disse-me que o chaveiro era ungido e que o pastor tinha lhe dito que aquilo era poderoso até para expulsar demônio. Mostrei-lhe como era o certo e a aconselhei a jogar fora aquela “idolatria Evangélica”.
O Senhor JESUS nos deu autoridade para expulsar o mal em seu nome, e não usar de amuletos e artimanhas. Não nos esquecendo que estes amuletos não são de graça, custam muito dinheiro e usurpam a glória de Deus. A idolatria dissimulada e os objetos de adoração evangélica.
Diante da Palavra de Deus,dizimistas e adventistas são colocados no mesmo nível dos católicos apostólicos romanos que adoram imagens de santos,mudando apenas o “objeto da adoração”, anulando a plenitude da graça de Jesus Cristo. “Gálatas 5.4
Na igreja católica apostólica romana, a Virgem Maria e todos os outros santos – “sãos”, acrescentando as “indulgências”, intercedem pelo povo diante de Deus Pai (?), sem precisar da intervenção de Jesus Cristo, anulando a Palavra de Deus na carta do Apóstolo Paulo em 1 Timóteo, capítulo 2, versículo 5, que diz:
” Porque há um só Deus, e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem. ”
A idolatria – adoração de imagens de escultura – está entre os Dez Mandamentos da Lei dada por Moisés. Deuteronômio 2:25, diz: ” As imagens de escultura de seus deuses queimarás a fogo; a prata e o ouro que estão sobre elas não cobiçarás, nem os tomarás para ti, para que não te enlaces neles; pois abominação é ao SENHOR teu Deus. ”
Na idolatria temos duas considerações: • A idolatria em si. • A anulação da obra da redenção e a colocação de outro mediador entre Deus Pai e os homens, anulando Jesus Cristo.
Na igreja chamada evangélica, que vive e se justifica pela Lei do Velho Testamento, os dízimos e os sábados estão “rogando por todos”, sendo “mediadores” diante de Deus Pai (?) para poder ser liberado o seu favor.
Onde há idolatria, a Bíblia diz que há culto a demônios e ação de espíritos enganadores.
São irmãos em Cristo? Certo que não. Para um adventista obstinado, o “objeto da adoração” é o “santo sábado” e, para um dizimista obstinado, o “objeto da adoração” é o “santo dízimo”, ensinando que, sem cultuá-los, você não tem a graça de Deus, ao ponto de Deus não poder agir por você em nenhuma situação e ainda, ensinam a blasfêmia que, sem cumpri-los a salvação da alma não existe.
Para a doutrina católica apostólica romana é a mesma situação, ou seja, se você não adorar a imagem, é um herege.
Para o católico, a igreja evangélica é uma seita, da mesma forma que para a igreja evangélica, catolicismo romano é seita.
Mas, aqui estamos defendendo a Palavra de Deus, porque a fonte interpretada é a Bíblia Sagrada, entretanto, naquilo que um acusa o outro, cometem o mesmo pecado e blasfêmia mudando apenas o “objeto da adoração”. Represento o “santo dízimo” da igreja evangélica diz o dizimista conforme a figura ao lado.
Da graça tendes caído. Só Jesus Cristo é o Senhor e Salvador do mundo e, Ele, somente Ele, tem todo o poder. Só o Senhor Jesus Cristo é o mediador entre Deus e os homens. Nada pode remover essa autoridade e plenitude que lhe foi dada por Deus Pai.
A igreja chamada evangélica que vive pelas obras da Lei do Velho Testamento, não é a verdadeira igreja de Jesus Cristo, pois anula a sua graça e autoridade. Senão, igreja católica apostólica romana e outras também são.
Carta do Apóstolo Paulo, Gálatas 5:4, diz: ” Separados estais de Cristo, vós os que vos justificais pela lei: da graça tendes caído. ”
Diante da Palavra de Deus, quem se justifica pela Lei não tem a graça de Deus, ou seja, não tem Jesus Cristo. Sem a graça de Jesus Cristo, está morto espiritualmente, sem a salvação da alma. Cristo para nada serviu.
Enquanto prevalecer a interpretação natural, pela letra, da Lei do Velho Testamento, o desvio da verdade continuará levando aos abismos da perdição eterna. Escravo não é filho.
Fica, dessa forma, mais inteligível a passagem no Evangelho de Mateus, capítulo 7, versículo 21 em diante, que diz: ” Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! Entrará no reino dos céus …” Isso, é o que diz a Palavra de Deus, não eu1
Que Deus possa fazer com que cada pessoa tenha discernimento!
. O Dicionário Priberam da Língua Portuguesa define: prosperidade s. f.1.Qualidade ou estado do que é próspero.2. Felicidade; ventura. Ele também define:próspero(latim prosper ou prosperus, -a, -um,que vai bem, feliz)adj.1. Que se desenvolve bem. = feliz, florescente 2. Que favorece ou ajuda. = favorável, propício3. Que tem bom êxito.4. Que tem riquezas ou bens materiais. = abastado, rico
Veja que o significado associado a bens materiais vem por último (normalmente os dicionários mostram primeiro os significados mais exatos e por último os usos menos comuns dos termos).A chave para compreender o termo prosperidade é que ela é o resultado de uma ação bem sucedida, que acaba em desenvolvimento
“Então respondeu Bildade, o suita… Perverteria Deus o direito do justo ou perverteria sua justiça? Se os teus filhos cometem pecados contra ele, também ele os lançou correções a estas transgressões” (Jó 8.2-3).
Quando você vem à igreja, qual a teologia que dá sustentação a sua fé? Nas últimas décadas as igrejas foram invadidas pela teologia do interesse material e do culto à prosperidade. Temos assistido pacificamente a esta teologia sutil e perversa que aos poucos foi roubando a VERDADEIRA E INTERESSENTE MOTIVAÇÃO DO CULTO.
Esse arremedo de doutrina produziu uma completa inversão de valores nos princípios da fé cristã. Agora, o valor mais importante é o que tenho e não o que sou é com quanto contribuo nas minhas ofertas e nos meus dízimos.
Foi deste modo que o patriarca Jó foi avaliado por seu amigo Bildade que, no texto que acabamos de ler se torna ferrenho defensor da doutrina da prosperidade.
(1) QUEM FOI BILDADE? Não possuímos muitas informações acerca de Bildade. A Bíblia informa apenas que este amigo de Jó era um suíta.
(2) Certamente morava em Canaã, onde Suá, à semelhança de Temã, era um daqueles pequenos reinos ali estabelecidos. No Livro de Jó, foram três os discursos de Bildade, que se encontram nos capítulos 8, 18 e 25.
O que é a Teologia da Prosperidade?
É a doutrina segundo a qual o crente por ser filho de Deus jamais passará por dificuldades, e se está passando, existem 3(treis) explicações formais para que isto aconteça:
1º – Está em pecado e está sofrendo o juízo de Deus
2º – Não tem fé suficiente para determinar e conseguir a prosperidade das mãos do poderoso Senhor.
3º NÃO É FIEL NOS DIZIMOS E NAS OFERTAS NA IGREJA( esta é uma das mais citadas em todas as igrejas(mercenárias) algumas dessas igrejas chegam até a fazer lista de seus contribuintes e fixá-las em locais visíveis para constranger aqueles que não contribuem
Vista superficialmente, a doutrina tem até um fundamento racional consistente, mas adoece a nossa motivação de culto.
Não podemos de forma alguma estar ligados a Deus pelo que ele nos dá, nossa motivação de está nele deve se basear no que Ele é.
Veja comigo Jesus combatendo esta doutrina: (Mateus 6.25) – “Por isso vos digo: Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo mais do que o vestuário? Olhai para as aves do céu, que nem semeiam, nem segam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas?”
O que Jesus está explicando? Que o autor da nossa existência também é o responsável pela nossa manutenção.
JESUS desconstrói a idéia da doutrina da prosperidade, e sob o ponto de vista da prosperidade o pássaro é muito próspero por receber o cuidado da sua manutenção diária de vida direto de Deus.
Vejamos tambem o que Deus diz; provérbios 23-4-5” Não te fadigues para seres rico:Não apliques nisto tua inteligência,porventura fitarás os olhos naquilo que não é nada?Pois certamente a riqueza fará para ti asas como a águia que voa pelos céus”
A teologia de Bildade determinava que o crente estivesse destinado a viver de maneira regaladamente pródiga, sem ter de se defrontar com as carências e necessidades materiais comuns a todos os seres humanos.
Para Bildade, se Jó estava sofrendo e havia perdido todos os bens, porque pecara contra o Senhor.
Somente são atribulados e atingidos por sofrimentos aqueles que desobedecem a Deus ou a seus Lideres . Logo, os que vivem em obediência a Deus e a seus lideres , gozam de total isenção de sofrimentos.
A fim de fundamentar a sua doutrina, equivocada Bildade dá o testemunho dos antigos:
“Porque, eu te peço, pergunta agora às gerações passadas e prepara-te para a inquirição de seus pais. Porque nós somos de ontem e nada sabemos; porquanto nossos dias sobre a terra são como a sombra” (Jó 8.8,9).
A falácia de Bildade firma-se agora em tradição de antigos, porque os novos não conhecem a verdade divina. Conheço muitos crentes novos que têm mais revelação, comunhão e intimidade com Deus que muitos crentes velhos que estão ai simplesmente na sombra dos que esforçam para aumentar o numero de convertidos pela pregação do evangelho em praças, hospitais e demais locais.
A bíblia tambem cita esta inverdade que crentes mais velhos na fé geralmente não tem sabedoria,vejamos em Jô capitulo 32-9 quando Eliú refuta esta verdade “os mais de idade não é os que são sábios,nem os velhos os que entendem o que é reto”
A exposição de alguns que foram abençoados é mesmo a marca das pessoas que baseiam sua fé na doutrina da prosperidade. A prosperidade cristã não diz respeito apenas a dinheiro, mas é um conceito complexo que envolve até o ter e não se apegar ao que tem.
Veja o ensino de Jesus: (I Timóteo 6:10) – “Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores”. Já tivemos casos na nossas igrejas onde pessoas que prosperaram em pouco tempo que foram acusadas de está participando de trafico de drogas ou praticando outros delitos, por Ai vemos verdadeiramente esta passagem da bíblia se concretizar.
Tem muita gente pregando errado neste versículo, ministrando que o “dinheiro é a raiz de todos os males”. A bíblia não diz isto, o que ela diz é que “o apego ao dinheiro é a raiz de todos os males”.
Portanto, aquele que tem um apego religioso a Deus apenas para prosperar, cai em grande tentação. Não podemos esquecer que esta doutrina levou Judas ao inferno.
Na defesa deste aleijão doutrinário, torcem as Sagradas Escrituras, brincam com a verdade, fazem uso de subterfúgios lógicos e até citam capítulos e versículos da lei(como Malaquias 3 -8 para poder retirar o maximo possível dos congregados, fora de seu contexto, o testemunho dos antepassados .
Se Bildade viveu num período anterior ao patriarca Abraão como acreditamos, que exemplo poderia ele apresentar dos antigos, para que a sua doutrina fosse devidamente justificada? Quem eram estes antigos a que invocava memória?
De acordo com a História, os ímpios vêm prosperando materialmente mais do que os justos (Sl 73.1-10). Se isto é verdade, e é; porque a bíblia está afirmando, que sustentação teria a fé dos que abraçam a doutrina da prosperidade? O que dizer da civilização inaugurada pelo homicida Caim?
A cidade por ele fundada era, tecnologicamente, avançadíssima (Gn 4.17-22). Enquanto isto, não há nenhuma notícia do progresso alcançado pelos filhos do piedoso Sete. Que riquezas lograra Enoque? Ou Noé? Ou ainda Sem?
Enquanto isto os descendentes do indecoroso e irreverente Cão prosperaram e muito, fundando grandes impérios, tais como: Líbia, Egito, Etiópia e os domínios de Canaã (Gn 10.1-20).
As provações dos justos, durante o curso da História Sagrada, no registro dos fatos que ocorreram após a era de Bildade, fala de alguns homens que, apesar de sua comprovada e singular piedade, foram submetidos às piores agruras.
Curiosamente, os que mais sofreram foram os que mais receberam revelação de Deus, tais como: Moisés, José, Daniel, e por ultimo o apostolo Paulo (revelações tão grandiosas que tivera que receber um espinho na carne que funcionava como um freio de mão, para que não ensoberbecesse) e o apóstolo João, por exemplo que teve a revelação do próprio JESUS para escrever Apocalipse.
E o que é pior, do ponto de vista desta doutrina; que Jesus foi um derrotado, porque nunca multiplicou riquezas para si, e ainda terminou seus dias em uma cruz de forma trágica. Se Abraão, Isaque e Jacó foram abençoados com grandes riquezas, temos exemplos como os de Elias, Amós e Lázaro que vivenciaram necessidades extremas e foram mui preciosos aos olhos de Deus.
O primeiro viu-se na contingência de nutrir-se do que lhe traziam os corvos (1 Rs 17.5-7). O segundo, como boiadeiro, alimentava-se de sicômoros( frutos de 2² das oliveiras) (Am 7.14). E o terceiro, além da extrema pobreza, fora coberto por uma terrível chaga; e, assim, abandonado por todos, comia das migalhas que caíam da mesa do rico (Lc 16.20- 25).
A evidência de uma vida piedosa também não é a pobreza. O que quero afirmar é que existiram muitos que foram profundamente prósperos e eram pobres, mas também existem muitos crentes milionários que são grandes homens de Deus.
Temos de agir com equilíbrio e discernimento, pois o extremismo teológico quer da esquerda ou da direita, são nocivos.
Logo, ninguém pode ser julgado pelo que tem, mas pelo que é (Mt 5.16; 1 Tm 5.25; Tg 1.26,27). Quer Deus nos conceda riquezas, quer nos deixe experimentar necessidades, tenhamos sempre em mente que Ele é soberano e, como tal, sabe tratar com seus filhos com igualdade (Jr 18.1-6).
Habacuque e Paulo viveram os dois extremos, e aprenderam a passar tempos de muita prosperidade e outros de grande privação (Hc 3.17-19; Fp 4.10-13), sendo abençoados independente das circunstâncias.
A Teologia da Prosperidade é diabolicamente perversa e mentirosa, porque induz os filhos de Deus a buscar a riqueza, por concluírem ser esta tão importante quanto à salvação. Alerta o apostolo Paulo, contudo, que, “os que porfiam por serem ricos, cairão em muitas ciladas” (1 Tm 6.9) A teologia da miséria também não é Bíblica. “Davi testemunha nunca ter visto um justo mendigar o pão”.
Assim como há ricos piedosos, e Jó, entre todos os ricos, se destacava por sua singular integridade, há também pobres ímpios e inimigos de Deus – e não são poucos! Na petição que um homem chamado Agur endereçou a Deus, encontramos relevante equilíbrio: “Duas coisas te pedi; não mas negues, antes que morra: afasta de mim a vaidade e a palavra mentirosa; não me dês nem a pobreza nem a riqueza; mantém me do pão da minha porção acostumada; para que, porventura, de farto te não negue e diga: Quem é o SENHOR? Ou que, empobrecendo, venha a furtar e lance mão do nome de Deus” (Pv 30.7-9).
Noutras palavras, rogava Agur ao Senhor o pão nosso de cada dia (Mt 6.11), à semelhança do que nos ensinou Jesus na oração do Pai nosso. Atentemos para o que Paulo nos diz: (I Timóteo 6.7-9) – “Porque nada trouxemos para este mundo, e manifesto é que nada podemos levar dele. Tendo, porém, sustento, e com que nos cobrirmos, estejamos com isto contentes. Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína”.
Então a quais conclusões devemos chegar? Posso concluir afirmando que a grande necessidade teológica da Igreja hoje envolve a DOUTRINA DA ADORAÇÃO INTEGRAL. É de Jó o grande ensino doutrinário nesta área. Atravessou mares revoltos, lutou contra necessidades extremas e tendo permanecido firme, adquiriu autoridade para nos ensinar: (Jó 42.2) – “Bem sei eu que tudo podes, e que nenhum dos teus propósitos pode ser impedido”.
É disto que a igreja necessita: de adoradores extravagantes dispostos a adorarem a Deus nos montes e vales desta vida, nos dando exemplo de que aquele que permanece fiel conquista a coroa da vitória.
Medite e fundamente sua fé no que Jesus nos ensinou na última e grande revelação contida na Bíblia: (Apocalipse 2.10) – “Nada temas das coisas que hás de padecer. Eis que o diabo lançará alguns de vós na prisão, para que sejais tentados; e tereis uma tribulação de dez dias. Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida”.
Por fim, relembro o que nos ensinou o profeta Habacuque. Seu ensino é uma espécie de fundamento da verdadeira doutrina bíblica. Ele nos ensina amar a Deus apesar de… Vejamos: (Habacuque 3.17) – “Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja uvas na videira; mesmo falhando a safra de azeitonas, e não havendo produção de alimento nas lavouras, nem ovelhas no curral, e bois nos estábulos, ainda assim eu adorarei e me alegrarei no Senhor”.
Quantos podem dizer graças a Deus?? E AMMEEEMM!!!
.Venda a geladeira e o fogão da sua casa, a bicicleta do seu filho, o relógio da sua mulher…e leve o dinheiro para o Malafaya compra o seu novo jato – O AVIÃO AMERICANO F18 – e uma BMW último modelo. Não deixe de fazer a sua contribuíção, caso contrário você não irá para o CÉU! Otários!
“O reino dos céus não é comida nem bebida…” Pergunto se esses que se chamam homens de Deus iriam assumir uma igrejinha numa cidade do interior de qualquer Estado e fazer a obra crescer? Todos eles querem aparecer na Mídia, exibir seus relógios “amarelos”, belos ternos, etc, etc. Meus irmãos, a igreja é do Senhor Jesus, mas, a Igreja séria.
(Toda Igreja é inútil se o foco não for Deus. “Martinho Lutero”)
E o foco do evangelho q é pregar a palavra para salvação de almas, fica onde?
Tá igualzinho a universal. Lamentável!
E nós Cristãos, prossigamos para o alvo q é CRISTO, pq os homem nos decepcionam.